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Pais de estudantes protestam pela volta às aulas presenciais em Belo Horizonte

Ato ocorre na Praça da Liberdade, na região Centro-Sul da capital, na manhã deste domingo (20)

Por Cléver Ribeiro , 20/09/2020 às 08:22
atualizado em: 20/09/2020 às 08:45

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RESUMO

  • Pais de estudantes protestam pela volta às aulas presenciais em Belo Horizonte 
  • Ato ocorre na Praça da Liberdade, na região Centro-Sul da capital, na manhã deste domingo (20) 


Está previsto para às 10h deste domingo (20) uma manifestação de pais e responsáveis por estudantes de Belo Horizonte, que pretendem se reunir na Praça da Liberdade, na região Centro-Sul, da capital. Os manifestantes vão protestar a favor da retomada das aulas presenciais na capital mineira, mas o assunto é bastante polêmico e divide opiniões.

Entre pais de alunos e movimentos ligados à causa há quem defenda a retomada imediata, cumprindo todos os protocolos estipulados pelas autoridades em saúde. Outros já são totalmente contra e afirmam que ainda não é o momento visto que ainda há uma pandemia no Brasil.

A idealizadora do movimento “Pais Pela Educação de BH”, a Sheila Avelar, orienta os pais que pretendem participar do ato. “A gente tá pedindo que todos vistam blusa branca, usem máscara e evitem se aglomerar. A praça é muito grande e podemos ter distanciamento uns dos outros ali. Então, é mais um passeio mesmo de pais e mães para demonstrar que nós estamos prontos para essa retorno”, explica.

A representante do grupo ainda lembra o por que o grupo foi criado. “Esse movimento surgiu de pais e mães que estão muito preocupados com isolamento social e com o fato das crianças já estarem há mais de 6 meses em casa, sem interação. Isso já está afetando a saúde mental delas”, acredita.

Já o presidente da Associação de Pais e Alunos da Grande BH, Marcelo Araújo, explica porque contra a volta das aulas presenciais.

“A gente imagina que os protocolos não foram discutidos com os pais. Principalmente, no que diz respeito às escolas particulares. Nós entendemos que os pais são quem financiam todo esse sistema de ensino, desde a escola até o sindicato das escolas. Por todos esses serem custeados com as mensalidades, a gente entende que sem a participação dos pais é impossível que se possa realmente criar um protocolo”, explica.
 

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