Notícias

Sob pressão, Argentina enfrenta o Catar para tentar se classificar na Copa América

Por Agência Estado, 23/06/2019 às 09:10
atualizado em: 23/06/2019 às 09:36

Texto:


É tudo ou nada para a Argentina. Neste domingo, às 16h, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre, pela terceira e última rodada do Grupo B, a seleção bicampeão do mundo e 14 vezes vencedora da Copa América encara o Catar com a missão de vencer para se classificar às quartas de final da competição continental. Com a derrota por goleada do Peru para o Brasil, um empate ainda dará chances matemáticas – desde que o Paraguai perca para a Colômbia –, mas uma derrota será um vexame total com a eliminação precoce.

Reserva no último jogo, o atacante Aguero deve começar como titular na partida ao lado de Messi e Lautaro Martínez, levando Pereyra ao banco. O treinador Lionel Scaloni não quis adiantar a escalação, mas pede o apoio de todos para levar a Argentina à próxima fase da Copa América.

"Os jogadores precisam de apoio, não da pressão em cima do que é de vida ou morte. É um jogo de futebol, temos de ganhar. O que está acontecendo (críticas) não ajudam, são jogadores que precisam de apoio e positivismo para darem o melhor", disse Scaloni, neste sábado, em entrevista coletiva no local do jogo. "Esses garotos precisam de apoio e positividade".

Na avaliação do treinador argentino, para melhorar o rendimento da equipe é preciso aumentar a posse de bola e evitar que Messi fique isolado. "As primeiras bolas que começamos a perder, acabamos jogando muito por dentro, perdemos o controle e a jogada seguinte não é boa. Isso gera desconfiança e a desconfiança faz com que a jogada não seja fluida. Temos que ter paciência, tocar a bola e ir ganhando confiança com isso. Assim vamos melhorando", opinou. "Temos o melhor jogador do mundo e muitas vezes ele está sozinho no meio. Precisamos de equilíbrio para que isso não aconteça e ele acabe sobrecarregado", explicou.

Sem medo da Argentina e de Messi, o Catar também sonha com a classificação em uma competição que entrou como convidado da Conmebol. "É verdade que não somos muito conhecidos na América do Sul, mas temos jogadores super profissionais e viemos aqui para competir e não tirar fotos com Messi", disse o técnico espanhol Félix Sánchez em entrevista coletiva.

A seleção do Oriente Médio, que tem um ponto e ocupa o terceiro lugar do Grupo B, não quer desperdiçar a oportunidade de eliminar a Argentina de Messi. Mas o mais importante, para Sánchez, é a classificação e não a possível eliminação do rival sul-americano, o que seria considerado um vexame.

"Eles são os favoritos e são obrigados a vencer. Vamos tentar competir contra uma grande equipe que tem o melhor jogador no mundo. Temos a chance de nos qualificar e é isso que é emocionante, não o fato de que poderíamos derrubar um monstro como a Argentina", observou.

Escreva seu comentário

Preencha seus dados

ou

    #ItatiaiaNasRedes

    RadioItatiaia

    'Eu estou levando minha revolta para um lado de injustiça, eu preciso de uma resposta. Eu guardei tudo no quarto do bebê. Essa dor parece que não vai passar', completa.

    Acessar Link

    RadioItatiaia

    O caso foi revelado em primeira mão pela rádio Itatiaia e repercute nacionalmente.

    Acessar Link