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‘Não existe nome para essa dor’, desabafa mãe que sofreu diversos abortos e escolheu a adoção

Por Redação, 08/05/2019 às 07:59
atualizado em: 14/05/2019 às 17:08

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Foto: Manu/Antunes
Manu/Antunes
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O sonho da maternidade beira o inexplicável para algumas histórias, como a de Verlaine Prado, que ‘enfim foi mãe’ de Natasha, após vários abortos, sendo um deles de gêmeos. 

Este é o terceiro episódio da série especial Enfim... Mãe que a Itatiaia veicula na semana que antecede o Dia das Mães. O especial tem depoimentos únicos, mas semelhantes na determinação de cada mulher que conseguiu realizar o sonho da maternidade. Clique aqui e ouça o depoimento emocionante com Kátia Pereira.

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Perder um filho é uma dor que não tem explicação. "As pessoas não sabem o quanto dói até passarem por isso. E não tem nome. Não existe nome para essa dor. Você não é órfão, quando você perde o marido ou esposa tem um nome, você é viúvo ou viúva, mas para essa dor não existe nome”, diz ao se lembrar da perda de uma gestação de gêmeos. 

Mas, mesmo em meio a todo esse sofrimento, o sonho de ser mãe nunca se apagou. “A gente já tinha colocado um processo para adoção. Ficamos na fila de espera um ano e onze meses. Quando foi em abril de 2017, um telefone tocou e aí foi como se a bolsa tivesse estourado, porque foi uma gestação”. 

Todo o processo de adoção durou um ano e 11 meses, até Natasha dar voz ao ‘enfim mãe’ de Verlaine. “Deus pincelou tudo, Deus sabe o momento certo. Quando ela chegou, que ela entrou na sala... A emoção e a adrenalina estavam muito altas. É como se ali nasceu a Verlaine mãe”. 

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    'Eu estou levando minha revolta para um lado de injustiça, eu preciso de uma resposta. Eu guardei tudo no quarto do bebê. Essa dor parece que não vai passar', completa.

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