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Médico do Cruzeiro fala sobre situações de Dedé e Léo e da recuperação de Rodriguinho

Por Redação, 20/08/2019 às 20:01
atualizado em: 21/08/2019 às 10:53

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Foto: Bruno Haddad e Vinnicius Silva/Cruzeiro
Bruno Haddad e Vinnicius Silva/Cruzeiro

A dupla de zaga titular do Cruzeiro assustou a torcida no último domingo, na vitória sobre o Santos, no Mineirão, pelo Campeonato Brasileiro. Com problemas musculares, Léo foi vetado, enquanto Dedé deixou a partida no início do segundo tempo com cãibra. Em entrevista à Itatiaia, o médico celeste, Sérgio Campolina, detalhou a situação dos zagueiros.

“Tanto o Léo quanto o Dedé apresentaram um quadro de um cansaço muscular, mais nos membros inferiores, no nível da coxa. Não é nada grave. Eles estão fazendo um trabalho preventivo, clinicamente já estão muito bem, sem dor. Aí a gente faz a nossa leitura tradicional para ver até o que a gente esperar deles, fazemos um comparativo de força e de equilíbrio de musculatura para ver o que a gente pode progredir em termos de atividades em grupo ou não”, afirmou.

Ouça a entrevista completa com o médico do Cruzeiro

Campolina destacou a força do camisa 3, que dificilmente tem problemas físicos. Mas devido ao desconforto muscular, Léo ainda não tem previsão para ficar à disposição do técnico Rogério Ceni.

“Todo mundo sabe que o Léo é um guerreiro, acima da média em todos os sentidos. Quando ele se queixa, a gente liga um sinal de alarme. Ele relatou um desconforto na musculatura, mas em exames não observamos a ruptura de fibra muscular. No entanto, observamos uma reatividade maior, ou seja, o músculo está em estado de alerta, em uma situação que pode virar uma lesão. Enquanto esse sinal de alerta não for desligado, a gente não libera o atleta”, disse.

Como sequer entrou em campo, Léo poderia ter um quadro mais preocupante em relação a Dedé, que atuou até os sete minutos da etapa final. No entanto, Sérgio Campolina ressaltou que ambos estão na mesma situação clínica.

“O Dedé é exatamente uma situação parecida, só que foi durante o jogo. Essa cãibra é um desconforto súbito muscular que, apesar de não ter dano, a gente considera uma lesão, é uma lesão grau zero. Assim como o Léo, precisa ter uma observação até o atleta ter, no mínimo, 80% na perna onde ele sente o sintoma em relação à perna sadia. Ele teve o sintoma nas duas (pernas), mas teve um pouco mais de um lado do que do outro”, frisou.

Rodriguinho

O médico do Cruzeiro também falou sobre o meia Rodriguinho, que passou por cirurgia na região lombar no dia 12 de julho. O jogador completará seis semanas de recuperação na próxima sexta-feira e, de acordo com Sérgio Campolina, vem evoluindo bem. Contudo, o prazo para voltar aos gramados segue mantido: de 8 a 12 semanas.

“Clinicamente, a dor que ele sentia, já não tem mais. Pra gente é uma grande vitória, um sinal de sucesso do procedimento. Só que é a coluna lombar, uma região que tem tecido nervoso. A recuperação não tem um padrão, não se consegue definir em quantos dias ele estará bem. Temos uma meta de treinamento e tratamento que é o que está sendo feito. Ele está fazendo um tratamento funcional interno para o condicionar para a prática do esporte em alto rendimento. Não houve um atraso (na recuperação), pelo contrário. A nossa ideia é que em torno daquele mesmo número de 8 a 12 semanas ele esteja à disposição”, declarou.

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