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Livro conta a história geral de Minas, desde antecedentes pré-históricos aos dias atuais 

A obra é o primeiro conteúdo com tamanha amplitude sobre a história do estado mineiro

Por Redação , 08/03/2019 às 12:16
atualizado em: 01/04/2019 às 14:59

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Com o objetivo de relatar a formação do estado mineiro desde os antecedentes pré-históricos, de 12 ou 13 mil anos atrás, o livro “História Geral de Minas”, lançado em dezembro do ano passado, descreve a evolução a partir da chegada dos primitivos habitantes, originários da África – o mais marcante deles, Luzia, o fóssil humano mais antigo encontrado na América do Sul, descoberto em Lagoa Santa, Região Metropolitana de Belo Horizonte. 

A obra, escrita por José Maria Rabêlo, João Antônio de Paula, Fernando Correia Dias e Ricardo de Moura Faria e prefácio de Rui Mourão, é o primeiro conteúdo com tamanha amplitude sobre a história de Minas Gerais. 

Um foco especial é dado ao Século XVIII, em que Minas se tornou um dos mais importantes polos da economia mundial, graças às riquíssimas reservas de ouro e diamante, que financiaram, por exemplo, a reconstrução da cidade Lisboa, em Portugal, destruída em um terremoto em 1755. O estado mineiro também contribuiu para o financiamento da Revolução Industrial, na Inglaterra, ponto de partida do capitalismo moderno. 

A consolidação do Brasil como nação com a abolição da escravatura, a proclamação da República e a eleição de governantes também é tratada na obra. 

Nos séculos XX e XXI, são estudados os processos de industrialização e urbanização, que projetaram o Brasil para o bloco dos países desenvolvidos, com a inclusão do estado mineiro nos primeiros lugares do ranking nacional. O livro analisa, ainda, entre outros episódios, a revolução de 1930, o Estado Novo, o regime militar e a redemocratização. 

Os autores

José Maria Rabêlo é jornalista especializado em temas históricos; João Antônio de Paula é economista, diretor do Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (Codeplar), da Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG; Ricardo de Moura Faria é coordenador do Laboratório de Documentação, Ensino e Pesquisa em História do Centro Universitário de Belo Horizonte; Fernando Correia Dias faleceu antes da publicação da obra – ele foi sociólogo, ensaísta e professor da Universidade de Brasília. 

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