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Diniz vê demissão com 'muita tristeza' e diz que 'geraria frutos melhores' ao Fluminense

Por Agência Estado, 19/08/2019 às 19:27
atualizado em: 19/08/2019 às 19:39

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Demitido pelo Fluminense na manhã desta segunda-feira, o técnico Fernando Diniz concedeu entrevista coletiva nesta tarde, no Rio, e lamentou a decisão tomada pela direção do clube, que optou por interromper o trabalho do treinador depois que o time tricolor foi derrotado por 1 a 0 pelo CSA, no último domingo, no Rio, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Pouco depois do confronto, que provocou a entrada do Flu na zona de rebaixamento da competição, o comandante disse que estava "determinado" a continuar à frente da equipe. Porém, soube que isso não seria mais possível nesta segunda. "Fiquei sabendo hoje de manhã, só fui comunicado. Tomei um café da manhã com o Mário (Bittencourt, presidente do clube) e o (Paulo) Angioni (diretor executivo de futebol). Recebi com muita tristeza", admitiu Diniz

E ele deu adeus ao Fluminense convicto de que teria sucesso se fosse mantido no cargo, assim como reconheceu que temia o risco de ser demitido por causa do desempenho ruim da equipe carioca no Brasileirão - ocupa hoje o 18º lugar, com apenas 12 pontos, somados com três vitórias e três empates, além de outras nove derrotas amargadas em sua campanha. 

"O trabalho iria gerar frutos melhores, acredito nisso. Estava esperando os dois cenários, não sou ingênuo. Mas torcia para ter um pouco mais de tempo", ressaltou o treinador, que também fez questão de lembrar Pedro Abad, presidente que o contratou antes de deixar o cargo em junho, quando Mário Bittencourt foi eleito o novo mandatário tricolor em um pleito que contou com Ricardo Tenório como outro candidato.

"Sou grato ao Abad, que me trouxe, e ao Mário, que é um presidente jovem, muito focado nas coisas do clube. Me acolheu muito bem", reconheceu Diniz, que ainda fez agradecimentos ao grupo de jogadores que ele dirigia e aos torcedores do Flu. Ao falar dos atletas, exibiu otimismo ao projetar a evolução da equipe nesta temporada.

"Sou grato aos jogadores, tivemos uma relação intensa. Eles têm condições de jogar futebol. Talvez a minha saída diminua um pouco a pressão. Acho que o time vai decolar no Campeonato Brasileiro e tem boa chance de avançar na Copa Sul-Americana", previu Diniz, que acabou saindo do cargo antes de o time enfrentar o Corinthians nesta quinta-feira, em São Paulo, pelo duelo de ida das quartas de final do torneio continental.

Já ao comentar sobre o tratamento que recebeu dos torcedores do Flu enquanto treinador da equipe, ele disse que ainda havia fé no seu trabalho mesmo com a sequência ruim de resultados no Brasileirão. "Sou péssimo em fazer média, então isso vem do fundo do coração: sou muito grato à torcida do Fluminense. Soube acolher o time e acreditou no trabalho", disse.

Após a saída de Diniz, Marcão assumiu interinamente o comando do time até que a direção do clube contrate um substituto efetivo para o cargo. "O Marcão é querido por todos os jogadores. O Fluminense tem profissionais que têm boa gestão com os jogadores Eles têm como seguir com esse trabalho até a diretoria escolher o novo treinador", apontou o recém-demitido técnico.

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