Rômulo Ávila

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Um turno para ser diferente

20/09/2019 às 07:13

 Bruno Cantini / Atletico

O começo do returno do Campeonato Brasileiro pode ser decisivo para trilhar os caminhos de Atlético e Cruzeiro na sequência da competição. Após fazer sua pior campanha na era dos pontos corridos e terminar a primeira metade com apenas 18 pontos, o Cruzeiro tem chance de aliviar a pressão se conseguir pelo menos seis dos próximos nove pontos, diante do líder Flamengo, do Ceará e do Goiás (fora de casa). Caso contrário, dificilmente terá trégua na luta contra a degola.

A situação do Atlético é bem melhor, mas não menos preocupante. As cinco derrotas seguidas fizeram o time despencar na classificação e estacionar nos 27 pontos. Por isso, as partidas do início do returno, contra Avaí, Vasco e Ceará, podem estabelecer para qual direção o atleticano deve olhar: G4, G6 ou Z4?

Na matemática da Série A, um dado chama atenção nas campanhas dos rivais mineiros. Para chegar a 45 pontos, número que garantiria a permanência na elite, o Cruzeiro precisa somar 27 pontos no returno, exatamente o número alcançado pelo Atlético nas primeiras 19 rodadas. Isso significa um pouco mais de 47% de aproveitamento.

Já o Atlético, apesar de não brigar contra a degola neste momento, teria de somar 18 pontos para chegar aos 45. Ou seja, basta repetir a péssima campanha do Cruzeiro no turno.

Em situações diferentes no Brasileirão, Atlético e Cruzeiro têm algo em comum: a pressão das torcidas.

Na Raposa, além do péssimo desempenho dentro das quatro linhas, há o problema da crise administrativa que o clube mergulhou. No caso do Galo, a cobrança pode aumentar se o time não chegar à final da Copa Sul-Americana. A verdade é que não está fácil pra ninguém.

Que Cruzeiro e Atlético encarem o segundo turno de maneira diferente e briguem na parte de cima da tabela. O futebol mineiro e a torcida merecem.

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